Pesquisa Imigrantes RMBH

Projeto de mapeamento: Conexões comunitárias

Solicitação de Suporte

2023-2024

Por favor preencha este formulário de inscrição

e envie-o para Lisa Schalla, [email protected]. PRAZO 24 DE ABRIL 2024

| Nome da Fundação Comunitária:

Associação Nossa Cidade
Endereço do domicílio da fundação:
Associação Nossa Cidade
Sede da Fundamig - Rua dos Goitacazes, 71 813
Nome do responsável pelo projeto: Juçara Brittes (Associação Nossa Cidade) / Renato Orozco (Associação Nossa Cidade) / Sandra Maria Silva Cavalcante (Projeto LER / PUC Minas)
Posição: Os três são membros do Conselho Deliberativo da Associação Nossa Cidade. Sandra Cavalcante, além disso, é pesquisadora do campo e líder, há sete anos, do Projeto LER (Círculos de leitura e escrita com Migrantes e Refugiados), projeto de extensão universitária e pesquisa do Programa de Pós-graduação em Letras da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.
E-mails:
[email protected]  / [email protected]  [email protected]
Título do projeto:
Ouvir para bem receber: integração e conexão de comunidades transnacionais em Belo Horizonte
Objetivo geral:
Aumentar o entendimento sobre a realidade social e cultural vivida por migrantes e refugiados residentes na Região Metropolitana de Belo Horizonte, com vistas a sensibilizar a sociedade civil para o tema e promover uma melhor integração por meio do financiamento de projetos que atendam a concretas necessidades e potencialidades dessa população.
Explique por que este projeto é necessário (1 parágrafo):
Belo Horizonte e região têm recebido um fluxo crescente de migrantes que chegam em situação de vulnerabilidade, sobretudo da Venezuela e Haiti. Cidadãos de outros países sul-americanos, tais como Colômbia, Argentina, Paraguai, Bolívia, Peru e República Dominicana, também têm chegado progressivamente à região metropolitana. Para cá também  se deslocam cidadão com statsu de refugiados, advindos de outras partes do mundo, além do norte global (EUA e países europeus), tais como  Síria, China, Índia, de países africanos de língua portuguesa e, mais recentemente, da Ucrânia, Rússia e Palestina. Um mapeamento das comunidades e residentes transnacionais no estado de Minas Gerais foi realizado pelo Programa de Pós-graduação em Geografia e Tratamento da Informação Espacial da PUC Minas. Desse mapeamento, resulta o Atlas Digital da Migração Internacional em Minas Gerais, publicado em 2018, mas, infelizmente, desatualizado neste momento, por conta da impossibilidade de acesso às informações nos sítios oficiais do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Ouvir essa população, recebê-la com acolhimento e integrá-la à sociedade dos diversos municípios que compõem a Região Metropolitana de Belo Horizonte passa, necessariamente, por um processo de conhecê-la melhor e de criar vínculos de atuação conjunta. Como Fundação Comunitária de Belo Horizonte e Região Metropolitana, atuando junto a parceiros que já trabalham com essas comunidades, queremos contribuir para a qualidade humana e social desse acolhimento, o que implica a sua integração cultural e a sua emancipação social.
Qual é a população-alvo?
A principal população-alvo, de acordo com critério de quantidade e vulnerabilidade, são as pessoas migrantes venezuelana e haitiana. Essas, estimativamente, representarão a maior parte de nacionais a serem identificados no mapeamento. Além dessas nacionalidades,  em situação de vulnerabilidade, apesar de representadas em menor quantidade, destacamos a presença de recém-chegadas pessoas migrantes da Ucrânia e da Palestina, além de populações relevantes de sírios, bolivianos e colombianos. Nossa proposta é localizar, entrevistar e envolver indivíduos de todas as nacionalidades que, no período de desenvolvimento do projeto, pudermos identificar, de modo a construir, também, uma visão / diagnóstico mais geral de dificuldades, necessidades e potencialidades dos sujeitos identificados, independentemente do seu país de origem.
Que impacto local você deseja que o projeto tenha?
Através do desenvolvimento deste projeto, esperamos promover, em termos de impacto local:
  1. Conexão de organizações da sociedade civil da Região Metropolitana de Belo Horizonte com comunidades de migrantes e refugiados, de modo a fomentar a elaboração e implementação de projetos que atuem na busca de soluções para problemas por eles enfrentados.
  2. Conexão da comunidade de migrantes e refugiados com a Associação Nossa Cidade de modo a criar um fundo permanente de projetos que atuem em prol dessas comunidades.
  3. Sensibilização da comunidade belorizontina sobre a situação das populações transnacionais recém chegadas e da nossa capacidade em bem recebê-los e integrá-los. | | | Liste as atividades que você espera realizar durante os dois anos de projeto.DescriçãoJu’24AgSeOuNoDeJa ‘25FeMaAbMaJuJuAgSeFASE 1: PESQUISAGrupos Focais e construção do mapa de tensõesPlanejamento e ParceriasXFormação das duplas de mapeadores com imigrantes e estudantes extensionistas do Projeto LER / PUC.MinasXLançamento da pesquisa com todos os parceiros durante a Conferência Nossa Cidade Conecta em 4 de SetembroXOficina / treinamento sobre Mapeamento de TensõesXXPesquisa quantitativa com dados secundários de entes governamentais, agências internacionais e universidades.XXXPesquisas qualitativas em grupos focais / entrevistasXXXXXXEntrevistas qualitativas por telefone / zoomXXXXXXMontagem do Mapa de TensõesXXXXFASE 2 - DEVOLUTIVAApresentação de Resultados e Mobilização para AçãoRelatório parcialXEncontros para discussão dos resultados (Corpo Consular)XXXXXXXXXXOficina para construção de loops causais e construção de projetosXRelatório Financeiro e Resumo ExecutivoXConferência Nossa Cidade Conecta para apresentar e discutir a pesquisa e os projetos com a sociedade civil XFASE 3 - FUNDO REGENERATIVOCelebração e início dos aportes aos projetosCaptação de recursos com a comunidade belo-horizontina para financiamento de projetos do “Fundo Regenerativo Comunidade Transnacional”XXXXXXXXConstituição de curadoria para avaliação de projetos com foco na população transnacionalXXInício de chamadas para micro-aportes a projetosXX NO INÍCIO DA FASE 3 - Antes da captação de recursos para financiamento no Fundo Regenerativo, considerando utilização de capital semente fornecido por esse edital | | | Nomeie as organizações com as quais você planeja trabalhar em parceria para o projeto. Confirmados: • Target Teal - Consultoria responsável pela metodologia “Mapa de Tensões”. • Programa de Pós-graduação em Letras da PUC Minas - Projeto LER (Círculos de Leitura e Escrita com Migrantes e Refugiados).Interação com a comunidade intercultural de aprendizagem que integra o projeto. • Programa de Pós-graduação em Geografia e Tratamento da Informação Espacial da PUC Minas - Assessoria para desenvolvimento de pesquisa de natureza quantitativa. Prospectivo: • Fundação João Pinheiro - Instituto de Pesquisa - Assessoria para desenvolvimento de pesquisa de natureza quantitativa. • Corpo Consular em Belo Horizonte - Indicação de indivíduos para entrevistas e realização de discussões com a sociedade civil. Importante ressaltar que na equipe do projeto e integrantes (associados) da Associação Nossa Cidade estão lideranças da Target Teal, do Projeto LER e do Corpo Consular de Belo Horizonte, além do Prof. Coordenador do Programa de Pós-graduação em Geografia da PUC Minas. | | | Como irão envolver a população-alvo de forma participativa? FASE 1: PESQUISA  Realizaremos uma chamada-convite a imigrantes que participam e que já participaram do programa de extensão LER (PPG Letras PUC Minas). A partir dessa chamada, selecionaremos duplas de estudantes extensionistas da PUC MINAS com imigrantes para a realização das entrevistas e grupos focais em comunidades migrantes. O projeto LER, já em seu sétimo ano, realiza o ensino do Português como língua de acolhimento, para migrantes e refugiados, O projeto se realiza com base em princípios de uma EDUCAÇÃO HUMANA INTEGRAL e, nessa perspectiva, já conseguiu criar importantes laços de confiança em diferentes comunidades de estrangeiros residentes na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Uma questão relevante sobre a conexão com a comunidade imigrante é que nem todos têm proficiência em português. A integração dos próprios imigrantes na pesquisa, junto com um estudante extensionista da Puc Minas é uma forma de mitigar esse problema, permitindo que as entrevistas sejam feitas na língua nativa sempre que necessário. Dessa forma, um outro objetivo e impacto positivo do projeto é a formação de mediadores culturais, que possam futuramente servir como ponte entre as comunidades migrantes e outros atores públicos e da sociedade civil de Belo Horizonte. No lançamento da pesquisa, em Setembro de 2024, convidaremos a comunidade transnacional residente em Belo Horizonte e em municípios da região metropolitana para “sonhar juntos” sobre como queremos realizar o mapeamento e resultados esperados. Serão contratados dois pesquisadores-estagiários por um período de 3 meses para realizar uma pesquisa quantitativa, com objetivos de contextualização, baseado em dados secundários e compilação das informações que já temos sobre a comunidade migrante em Belo Horizonte e região. Essa pesquisa nos permitirá identificar temas para as entrevistas da pesquisa qualitativa a serem feitas na sequência, bem como iniciar discussão sobre assuntos relevantes com a população migrante, corpo consular e sociedade belo-horizontina em geral.  Logo em seguida, realizaremos uma das duas oficinas para treinamento da equipe na metodologia de pesquisa qualitativa. A primeira oficina tem como objetivo integrar a equipe da Associação Nossa Cidade, parceiros e extensionistas com a metodologia, permitindo o início de uma pesquisa piloto no final de 2024, ajustes no planejamento e nova oficina e rodadas de pesquisa em maior escala no início de 2025. A metodologia a ser utilizada na pesquisa, denominada mapa de tensão, caracteriza-se como um mapeamento qualitativo de desafios sociais e potencialidades dos sujeitos que integram a comunidade. Ao invés de focar em temas pré-definidos, a metodologia permite que temas surjam, naturalmente, das histórias e narrativas compartilhadas pelos participantes. Também em dissonância com os diagnósticos e mapeamentos tradicionais que são, muitas vezes, baseados em dados quantitativos, métricas e generalizações, o mapa de tensões procura entender a comunidade como um sistema social complexo, levando em conta relacionamentos interpessoais e elementos culturais. Elementos interessantes na metodologia são o tratamento crítico dos dados e visualização sistêmica, com vista a pensar em intervenções / experimentos que contribuam com a melhoria dos problemas identificados. São utilizadas tecnologias de visualização de redes sociais e inteligência artificial para a sistematização da pesquisa. Prioritariamente pretendemos realizar as entrevistas presencialmente, sobretudo no início da pesquisa, adotando uma maior utilização de conferência virtual / telefone para complementar as informações à medida que avançamos. Pretendemos oferecer algum tipo de ajuda de custo, brinde ou lanche como incentivo aos entrevistados, cientes de que no Brasil é proibido recompensa de qualquer natureza por participação em pesquisa. FASE 2: DEVOLUTIVA Após as entrevistas, a partir das quais serão constituídas as histórias e narrativas, a compilação dos dados e a construção do mapa de tensões, será realizada uma devolutiva por meio de encontros com os participantes da pesquisa para uma discussão dos resultados. Nesses encontros, contando com a contribuição do corpo consular e dos demais parceiros, contaremos com a comunidade transnacional participante da pesquisa para apresentar e discutir os resultados alcançados. Para o diálogo pretendido para esses encontros, pretendemos contar, também com representantes da sociedade civil de Belo Horizonte  Esses encontros serão propostos, também, como forma de captação de recursos para a constituição de um fundo para aporte de pequenos valores em projetos que atuem nos desafios identificados na fase anterior. Queremos nessa fase envolver também a população transnacional do norte global (EUA e Europa) em uma estratégia de captação de recursos com indivíduos que vivam em Belo Horizonte, já com vista para a fase 3, de instituição de fundo regenerativo para projetos ligados à comunidades migrantes. Finalmente, os encontros de devolutiva também tem caráter propositivo. Dado o que aprendemos sobre as comunidades migrantes no território, o que pode ser feito? E da identificação de projetos e experimentos, como a Associação Nossa Cidade pode atuar como fundação comunitária no financiamento dessas ações? O ponto alto da devolutiva será a Conferência “Nossa Cidade Conecta” a se realizar em Setembro de 2025, com celebração da cultura estrangeira em Belo Horizonte por meio de feira de produtos, exposição e apresentações artísticas e a apresentação e discussão sobre o que foi descoberto no mapeamento.  Este momento será uma oportunidade para sensibilizar atores sociais sobre a situação social e as potencialidades de migrantes e refugiados residentes na Região Metropolitana de Belo Horizonte e discutir a necessidade de proposição de políticas públicas, garantidoras dos direitos universais a serem garantidos para a população transnacional e outras formas de colaboração mútua. FASE 3: FUNDO REGENERATIVO Nesta fase, com lançamento no Nossa Cidade Conecta, pretendemos iniciar o funcionamento do fundo e também celebrar, refletindo sobre o processo e projetos financiados, culminando em uma celebração da cultura e da diversidade das comunidades transnacionais que vivem em Belo Horizonte e municípios da região metropolitana. O funcionamento do grant-making da Associação Nossa Cidade se dá por uma chamada aberta e permanente por projetos de qualquer natureza e por essa razão também funciona como pesquisa / identificadora de demandas do território. Ao instituir um fundo específico para o público das pessoas migrantes, estaremos também realizando pesquisas contínuas sobre quais as demandas por financiamento de projeto existentes nessa comunidade, tendo isso grande valor para nosso mapeamento. Nessa fase, desse modo, realizaremos chamada e curadoria para seleção de projetos a serem financiados pelo fundo, com o comitê de seleção composta por representantes das comunidades transnacionais. Incentivaremos a participação da própria comunidade de pessoas migrantes para que submetam projetos que resolvam seus próprios problemas. Nada sobre nós, sem nós! | | | Qual é a sua visão para este trabalho além do período de concessão? Após o período de concessão do recurso, espera-se que a comunidade transnacional em Belo Horizonte e região metropolitana esteja mais integrada à sociedade civil belorizontina.  Esperamos que, pelas ações a serem desenvolvidas no âmbito deste projeto, moradores de Belo Horizonte e região metropolitana adquiram um maior conhecimento e sensibilidade sobre as comunidades transnacionais que, deslocando-se por crise e situações de vulnerabilidade (econômica, ambiental, social e política) no país de origem, passam a residir em Minas Gerais. Esperamos que esse conhecimento e sensibilidade promovam desde um olhar apreciativo sobre a cultura dos países de origem desses cidadãos até o reconhecimento do valor humano e do capital social e econômico que essa diversidade traz para a cidade, o estado e o país. Queremos deixar como legado, sobretudo, a constituição de um fundo permanente que promova a captação de recursos locais para financiar pequenos projetos que cooperem para responder à superação de desafios e problemas sociais enfrentados pelas comunidades transnacionais residentes na cidade.  Esperamos que o fundo permanente e os projetos nele aprovados promovam o reconhecimento das enormes  potencialidades, talentos e aptidões das lideranças que os protagonizam e que sejam mantidos com a efetiva e intensa participação de membros dessa comunidade. | |

Orçamento estimado (COM COTAÇÃO EM R$ 5,24)

| Descrição | Solicitado a CFLeads/CCA | Valor em R$  (cotação em 19.04.2024 | R$ 5,22) | Contribuição  (contrapartida) | | --- | --- | --- | --- | | Material, consultores, tempo de pessoal, traduções, etc. | | | Consultor, funcionários e profissionais prestadores de serviço da Associação Nossa Cidade e Puc.Minas, financiados  com base em recurso monetário e/ou em espécie. | | Coordenação Geral do Projeto | - | - | Professora e Pesquisadora do Programa de Pós-graduação em Letras da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, financiada pela  universidade parceira. | | Suporte administrativo | $                477 | R$         2500 | US$ 5500 (Nossa Cidade) | | Suporte comunicação | $                 477 | R$         2500 | US$ 5500 (Nossa Cidade) | | Suporte funcionamento fundo | $                 477 | R$         2500 | US$ 5500 (Nossa Cidade) | | Estagiários para pesquisa quantitativa (2 pessoas x R$ 1000 X 3 meses) | $                1145 | R$         6000 | Supervisão (Professor da Puc Minas e equipe Nossa Cidade) | | Bolsa extensionista PUC Minas | $                3952 | R$         20710 | Coordenação - Puc Minas | | Encontro Nossa Cidade Conecta 2024 | $                   716 | R$         3750 | Organização voluntários Associação Nossa Cidade. Espaço: Centro de Referência da Juventude (Prefeitura de Belo Horizonte) | | Oficina (2 oficinas e acompanhamento)  Capacitação para a Metodologia do  Mapa de Tensões - Target Teal, | $                   3000 | R$         15.720 | Espaço: Puc Minas | | Transporte para grupos focais  (5 grupos X 15 pessoas x25.00) | $                   358 | R$         1.875 | | | Lanche e brindes para grupos focais  (5 grupos X 15 pessoas x 16,00). | $                   421 | R$          2.205 | | | Montagem do Mapa de Tensões no kumu (suporte tecnologia e design para versão impressa) | $                   480 | R$               2.515 | | | Redação do relatório parcial | $                   500 | R$               2.620 | | | Encontros Corpo Consular (lanche e divulgação) | $                   613 | R$             3.212 | Organização: Corpo Consular | | Oficina para construção de loops causais e construção de projetos  (Lanche, facilitação e Material Didático) | $                   298 | R$             1560 | Local: Associação Nossa Cidade ou Puc Minas | | Edição de entrevistas para canal de Youtube e exposição no encontro. | $                   1500 | R$          7.860 | | | Impressão do mapa de tensões como decalque para aplicação no chão da conferência (6 x 6m) .x 120m | $                   137 | R$             720 | | | Relatório Financeiro e Resumo Executivo | $                   382 | R$          2.000 | | | Conferência Nossa Cidade Conecta 2025 para apresentação e discussão dos resultados da pesquisa e dos projetos selecionados com a sociedade civil. | $                   2146 | R$         11.250 | Organização voluntários Associação Nossa Cidade. Espaço: Centro de Referência da Juventude (Prefeitura de Belo Horizonte) | | *Tradução do sumário executivo | $                   58 | R$                304 | | | Financiamento de Micro-projetos (5 de R$ 3000) | $                   2863 | R$             15000 | | | TOTAL | $   20.000 | R$         104.801 | U.S.$ 16500 |

uma carta de compromisso da direção da Fundação

Comunitária

para Lisa Schalla, correio eletrônico

[email protected]